segunda-feira, 15 de dezembro de 2008

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És tu que na minha infância alegrou-me, com máscaras que tinham olhos e bocas maiores do que o normal, e logo me traiu, atormentando os sonhos de meus pais?
E que na minha primeira aventura em alto mar, me empurrastes, fazendo com eu quase perdesse a vida?
Então, és tu, que me levastes até aquelas montanhas, para fazer-me respirar o ar rarefeito da fobia? 
E que cortastes minhas pernas, trazendo uma lágrima para cada pedra gasta das calçadas do centro da minha cidade?
E que me faz rir ao querer provar o sabor de um novo chá?
Diga-me, és tu amor? 

3 comentários:

Boneco de madeira disse...

Gosto do tom de misterio quem coloca no que vem de dentro da gente, isso prova mais uma vez q nosso blog eh nosso melhor psicologo. legal o texto

Ana disse...

Virou rotina passar aqui pra ler teus textos Gui...

sempre mtu bom!

Beeijo

Anônimo disse...

Muito real,o amor faz isso sim,mas tambem é muito bem vindo,quando se vive dentro do respeito,cumplicidade e amizade.
Muito boa gostei muito.
Mary